“Tem muita gente que pensa que ama. Não sou ninguém para julgar o amor dos outros, longe de mim. Mas o amor, o amor mesmo, o amor maduro, o amor bonito, o amor real, o amor sereno, o amor de verdade não é montanha-russa, não é perseguição, não é telefone desligado na cara, não é uma noite, não é espera. O amor é chegada. É encontro. É dia e noite. É dormir de conchinha. É acordar e fazer um carinho de bom dia. É ajuda, mãos dadas, conforto, apoio. E saco cheio, também. Porque de vez em quando o amor enche o saco. Tem rotina, tem manhã, tarde, noite, tem defeito, tem chatice, tem tempestade. Mas o céu sempre limpa. Porque o amor é puro como o azul do céu.“
Clarissa Corrêa.  (via palavrisses)

“Eu gosto de dias frios, mas gosto quando a frieza é fora de mim.“
A Escritora de Bar.  (via verbeais)

“Tem gente bonita, ainda. Tem gente que fala muito, mas sempre acha que ainda falta mais. Tem gente que faz falta e não faz. Tem gente que luta por amor, mas não sabe o mal que o faz. Tem gente que é poesia, mas se faz de verso. Tem gente que nasce sã, mas adquire o inverso. Tem gente que sonha, mas não corre. Tem gente que vive sem lutar. Tem gente que só sabe arriscar. Tem dias que duram anos. Tem gente que é tanto faz. Tem gente que é um ponto morto, ponto fraco, ponto cego. Tem gente que sente muito por não sentir nada. Tem dias que só dizem “não”. Tem nuvem com formato de coração, mas que só chora dor. Tem liberdade presa. Tem direção incerta. Tem lágrima com gosto de alegria. Tem sonho que parece fantasia. Tem conto que parece eu. Tem lucidez equilibrada. Tem remédio que não cura nada. Tem flor com cheiro de amor. Tem o amor que cura, que jura, que dura. E tem nós dois.“
Manuscrituras. (via verbeais)

“Lugares lotados de mentes tão vazias.“
Séculos.    (via verbeais)

“Alguém que goste do meu caos.“
Gustavo.   (via analisou)

““O que você espera do seu futuro?” Li em um outdoor de universidade enquanto procurava uma cafeteria aberta as quatro da manhã. A solidão tem gosto de café. Quem foi o desajustado que escreveu isso? Em um outdoor do tamanho da minha sala de estar? O que eu espero? Amigo eu não espero nada, não se pode “esperar” nada, nunca, de ninguém. Você não lê jornais ou televisões? Todo dia alguém ganha na loteria, ou descobre petróleo no quintal de casa, ou encontra o amor de uma vida inteira na fila do pão. O que eu espero? Eu espero ter apenas saúde pra levantar de manhã e paciência pra aguentar tanta gente da classe de pessoas que dizem “bom-dia-florrrr” às seis da manhã. Sem essa de pular onda, comer uva, usar branco em virada de ano, cruzar os dedos, usar verde. Que o ano, o mês, os novos dias não me tragam nada, o que eu quiser eu mesmo vou buscar. No máximo um pai nosso numa segunda-feira chuvosa. O que vier eu tiro de letra. Não vou tirar o pé do acelerador, e ainda peço pra Deus mandar mais, o que vier eu mato no peito. Imagine só ter medo do futuro? Imagine pedir um príncipe encantado e só me mandarem o cavalo, ou o emprego dos sonhos e me fizerem parar dentro de um mercado de bairro trabalhando de domingo a domingo. Morrer antes de levar o tiro? Se molhar antes de ver a chuva cair? Meu bem, eu sou igual a tomé, só acredito vendo. Eu tenho medo sim, medo de um futuro mais ou menos, de uma vida mais ou menos, de ser mais ou menos, de ser menos. Eu não espero pelo futuro, ninguém espera, porque se ele se atrasar você vai fazer o que? Continuar sentado? Eu não espero, eu não me importo, eu meto a cara na lama, eu sofro, eu choro, eu tomo dorflex porque coração também é um músculo, eu agarro a minha vida pelo rabo, aos 47 do segundo tempo. Eu sangro, mas eu também cicatrizo.“
Ciceero M.   (via fraquear)

“Eu gosto do labirinto dos seus braços. No pior dos casos, eu me perco em você.“
Eu me Chamo Antônio.   (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)


“A reciprocidade é um tipo de milagre.“
Vonese. (via vonese)

“Quem deseja ver o arco-íris, precisa aprender a gostar da chuva.“
Paulo Coelho  (via conclui-r)

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